sábado, 31 de maio de 2008

Uma chance ao amor...

Quem disse que você não pode conhecer o amor da sua vida na adolescência?

É claro que fica difícil acreditar nisso quando você lembra daquela imagem, de um magricela, de voz fina e que ficava de porre com dois goles de ponche nas festinhas matinê da escola.

Aquele carinha que foi apaixonado por você durante vários anos na escola e você nada de dar atenção para o pobre. Pelo menos foi o que aconteceu com Carolina, desde a quarta série o Aroldo tinha uma paixão pela Carolina a quem ele chamava carinhosamente de Carolzinha. (que Carol achava meio cafona!), mas nunca comentou nada por medo de magoar o Aroldo que era o seu melhor amigo, um tipo de irmão caçula como ela se referia a ele. (Aroldo achava isso insuportável!), mas nunca falou nada e você pode imaginar por que.

Durante anos o Aroldo ficou arrastando um caminhão, uma boiada, um mundo pela Carolina, mas ela nada, nem notava, afinal, que mulher que aos dezesseis anos dá atenção para um menino três anos mais novo? Bom, eu não conheço muitas, tem toda uma coisa de amadurecer mais rápido, vantagem que as mulheres tem.

Carolina e Aroldo seguiram caminhos diferentes depois da escola. Carolina foi estudar num colégio particular, onde conheceu muitos garotos interessantes, divertidos e tudo mais que os garotos são aos 20 e poucos anos.


Aroldo, também seguiu seu caminho, começou a nadar, ir para a academia e freqüentar o colégio técnico em informática, onde conheceu várias garotas interessantes, lindas e tudo mais que as garotas são aos 18 anos.

E os dois nunca mais se encontraram ou lembraram da época de escola nada.
Mas às vezes o destino resolve brincar com as pessoas e depois de sete anos sem contato, eles se encontram na festa de aniversário do Jorginho amigo em comum da época de escola.

Quando Carolina chega à festa feliz e sorridente, pois, iria reencontrar amigos que não via há muito tempo, ela entra na sala e vê aquele cara forte, charmoso, com pose de bom moço, seus olhinhos brilham e quando de repente ele se vira, adivinha?

Isso mesmo era o Aroldo!

Aroldo, Oi! Quanto tempo?! Lembra de mim a Carolzinha!
Oi Carolzinha! Você está ótima! Linda!
Obrigada, você também está... diferente.
Diferente? Como assim?
Eh... Muito bem, quero dizer.

Ficaram se olhando e conversando por horas sem tirar o sorriso bobo da cara! E claro, não preciso nem dizer, mas a história termina mais ou menos assim: - E viveram felizes para sempre!

Então mãos a obra! Se funcionou pra eles, pode dar certo para você também, pegue a lista de telefones dos seus amiguinhos de escola que você não dava à mínima, pois, quem sabe entre eles não tem um magricela que vai te fazer muito feliz!

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